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	<title>Agência Comunitária de Notícias</title>
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		<title>Crack e drogas: prevenção eficiente depende da descriminalização do usuário</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 13:33:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[prevencao]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Plano federal de enfrentamento ao crack acerta ao investir em infraestrutura e pessoal de saúde, mas não avança na descriminalização do consumo e não rompe o ciclo da violência, extorsão, corrupção e marginalização de usuários.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- .social --><strong>Por Ilona Szabó de Carvalho e Rebeca Lerer</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><em>Plano federal de enfrentamento ao crack acerta ao investir em  infraestrutura e pessoal de saúde, mas não avança na descriminalização  do consumo e não rompe o ciclo da violência, extorsão, corrupção e  marginalização de usuários.</em></p>
<p>O <em>crack</em> tem dominado a agenda política e midiática sobre  drogas na gestão da presidente Dilma Roussef e desponta como tema  onipresente nos palanques das campanhas eleitorais para prefeito em  2012. Na semana passada, em Brasília, o governo federal lançou o  programa “Crack, é possível vencer”, um conjunto de ações estruturado em  torno de 3 eixos: Cuidado, autoridade e prevenção.</p>
<p>O uso do <em>crack</em> geralmente causa grave dependência química e  degrada rapidamente o usuário, dificultando o convívio social. Porém, os  fatores que levam uma pessoa a fumar <em>crack</em>, como também  acontece com drogas lícitas – álcool, tabaco e psicofármacos- são  complexos e enraizados em dinâmicas sociais, culturais e emocionais.  Desigualdade, pobreza e educação devem ser considerados nas políticas de  drogas e não se pode culpar a droga em si pela “epidemia que se  alastrou pelo país”, como sugere a análise do governo.</p>
<p>O novo programa federal , por um lado, direciona recursos à área da  saúde pública para tratar dependentes de <em>crack</em> em clínicas  móveis ou centros de internação. Esta medida é necessária e importante,  bem como é o desenvolvimento urgente de protocolos de atendimento para  casos de dependência química de forma transparente. Mas o plano também  defende a internação involuntária de dependentes de crack. Esse assunto  controverso e delicado deve ser discutido com muita responsabilidade,  uma vez que é sabido que o tratamento da dependência só será bem  sucedido se o paciente quiser ser tratado.</p>
<p>Por outro lado, o novo plano não resolve uma questão fundamental para  o sucesso da abordagem de saúde pública:  a descriminalização  do  usuário de drogas. Quando o usuário ou o dependente de drogas tem medo  de ser fichado ou até mesmo preso, ele se torna inacessível às campanhas  de prevenção e educação e aos serviços de assistência médica e social.</p>
<p>Este é o primeiro passo para o Brasil avançar em direção a uma  política de drogas mais humana e eficaz. Somente tirando o consumo de  drogas da esfera criminal o país poderá aplicar programas efetivos de  prevenção, redução de danos e tratamento. Ao aproximar usuários e  dependentes dos serviços públicos, será possível entender melhor as  questões relacionadas ao uso e ao abuso de drogas para reduzir o consumo  e seus danos.</p>
<p>Seguir esta direção não é experimentar no escuro. É possível traçar  um paralelo entre o uso do <em>crack</em> por pessoas nas ruas das  cidades brasileiras e a onda da heroina na Europa no anos 80 e 90,  quando grupos de dependentes ocupavam praças e espaços públicos para  injetar a droga. Países como Suíça e Portugal foram sábios ao retirar  sanções criminais dos usuários como forma de abrir um canal direto para  prestar assistência médica e social.</p>
<p>O processo exigiu pequenos ajustes jurídicos possíveis dentro das  Convenções sobre Drogas da ONU e medidas práticas corajosas como a  criação de espaços limpos e seguros destinados à aplicação controlada da  droga para dependentes. Nestes locais, o governo fornece a dose,  material descartável e pode recomendar o uso de metadona como  medicamento no tratamento de substituição da heroína, trabalhando na  reabilitação ao mesmo tempo em que mantém o usuário afastado de doenças e  da violência das ruas.</p>
<p>As duas décadas de experiência na Suíça  e os mais de dez anos  acumulados em Portugal são reveladores: o consumo de todas as drogas não  aumentou, taxas de reabilitação, transmissão de doenças como HIV e  redução da violência melhoraram significativamente.</p>
<p>Na contramão, nos países  onde a receita de mais de 40 anos de Guerra  às Drogas continua sendo implementada, os dados disponíveis indicam que  o consumo e a oferta de drogas aumentaram, os preços caíram e em muitos  lugares é mais fácil para menores de idade obterem substâncias ilícitas  como maconha e cocaína do que comprar álcool ou tabaco, drogas  regulamentadas e efetivamente controladas. Mais grave, o modelo  proibicionista da guerra as drogas mata muito mais do que a dependência  química e acarreta graves danos sociais como insegurança, fortalecimento  de organizações criminosas, racismo e preconceito.</p>
<p>O Brasil infelizmente está incluído neste grupo de países que ainda  não deram o primeiro passo para romper a lógica da guerra. Sem a  descriminalização do usuário, o programa “<em>Crack</em>, é possível  vencer” pode até amenizar o sofrimento de alguns dependentes, mas é uma  contribuição tímida para reduzir os imensos danos causados pela  criminalização do consumo do <em>crack</em> e outras drogas no Brasil.</p>
<p>Fonte: Observatório Político</p>
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		<title>Os coronéis no poder e as crianças presas</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 18:42:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>

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Na última sexta, força-tarefa formada por cerca de 30  funcionários da Prefeitura de São Paulo, policiais militares,  guardas-civis e conselheiros tutelares fechou as saídas de dois parques  do Itaim Paulista, extremo leste da capital, atrás de alunos que matavam  aulas. Os locais foram bloqueados por cerca de uma hora, até que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="conteudo">
<p>Na última sexta, força-tarefa formada por cerca de 30  funcionários da Prefeitura de São Paulo, policiais militares,  guardas-civis e conselheiros tutelares fechou as saídas de dois parques  do Itaim Paulista, extremo leste da capital, atrás de alunos que matavam  aulas. Os locais foram bloqueados por cerca de uma hora, até que as  crianças, adolescentes e jovens fossem abordados, revistados e tivessem  seus dados anotados.</p>
<p>Nos dois locais, mais de 120 pessoas entre 9 e 28 anos foram  abordadas e enfileiradas com mãos para trás. Algumas conseguiram fugir.  Como resultado, 23 meninas e quatro meninos foram colocados em carros,  levados para as escolas onde estudam e entregues à direção para que os  pais fossem chamados. Outros 25 meninos foram liberados, por alegada  “falta de espaço nos carros”. Dois jovens, um menor de idade e outro  maior, foram levados à delegacia, supostamente por porte de maconha.</p>
<p>A ação contou com a articulação da Subprefeitura do Itaim Paulista.  Esta subprefeitura, assim como a grande maioria delas na cidade hoje, é  comandada por uma dupla de coronéis. Além de serem entregues a coronéis,  na atual gestão municipal, as subprefeituras tiveram seus orçamentos  drasticamente reduzidos e foram esvaziadas de qualquer função ligada à  descentralização do poder das Secretarias, reduzindo sua atuação a  “manter a ordem” de ruas e praças, podando árvores, mantendo o asfalto e  também reprimindo moradores de rua, consumidores de drogas e  “cabuladores de aula”.</p>
<p>Na Sé, já há mais de um ano, polêmica proposta de intervenção junto  às crianças e adolescentes frequentadores da chamada cracolândia envolve  policiais, assistentes sociais e equipamentos de saúde em processo que,  se começou com boas intenções de integração de serviços para tratar de  um problema complexo, logo deteriorou para uma ação puramente repressiva  a fim de garantir internações compulsórias.</p>
<p>Foi esta visão militar em relação à evasão escolar e à ordem nas  praças que predominou na infeliz ação no Itaim Paulista, levando também  os conselheiros tutelares a uma participação degradante. Segundo o  Estatuto da Criança e do Adolescente, o Conselho deve atender as  crianças e adolescentes em situação de risco, aconselhando-os e a seus  pais, requisitando serviços públicos, representando-os junto às  autoridades judiciárias.</p>
<p>No entanto, assim como na atual gestão as subprefeituras foram  esvaziadas e militarizadas, os conselhos tutelares também foram mantidos  com suas funções esvaziadas, atuando de forma fragmentada em relação  aos outros serviços voltados para a criança e o adolescente e,  principalmente, desconectados em relação às comunidades que os elegem e  às quais eles devem atender.</p>
<p>Por fim, falta falar do terceiro serviço público envolvido nesta  história: a escola. Esvaziada de sua função social, desprestigiada por  estudantes, educadores, pais e mídia, tornou-se um lugar para o qual as  crianças e adolescentes não querem ir. As taxas de evasão aumentam à  medida que os estudantes se tornam mais velhos, denunciando que, assim  que os jovens adquirem autonomia para circular pela cidade, escolhem  abandonar um espaço que não lhes escuta, acolhe ou estimula.</p>
<p>O que fazer em tal situação? É claro que o abandono das crianças nas  praças não é a solução. Mas, também é evidente que intervenções  repressivas e pontuais em nada vão ajudar. As escolas, agora ainda mais  assemelhadas às prisões, ficarão menos atraentes aos estudantes. Os pais  permanecerão sem referenciais claros de como orientar seus filhos.  Logo, logo os meninos descobrirão novos jeitos de fugir dali e, com os  serviços públicos desarticulados, voltarão à situação de  vulnerabilidade.</p>
<p>A real transformação desta situação depende da reinvenção da escola e  da integração desta com a rede local – famílias, conselhos tutelares,  varas da infância, postos de saúde, lideranças comunitárias,  equipamentos de cultura e esportes e até a subprefeitura – todos, enfim,  trabalhando juntos em torno de um projeto efetivamente voltado para  educação das novas gerações. Fácil não é, mas se a polícia fosse capaz  de resolver os problemas sociais, nossas cidades não estariam na  situação em que estão.</p>
<p>Texto: Helena Singer</p>
<p>Fonte: <a href="http://portal.aprendiz.uol.com.br/2011/11/30/os-coroneis-no-poder-e-as-criancas-presas/">Portal Aprendiz</a></p>
</div>
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		<title>Reunião GT Comunicação e Cultura</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 14:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nossa Barra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa Barra Informa]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2511" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/12/07/reuniao-gt-comunicacao-e-cultura/convite-8/"><img class="alignleft size-full wp-image-2511" title="convite 8" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/12/convite-8.jpg" alt="" width="800" height="600" /></a></p>
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		<title>Memória Viva</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 13:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Queiros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Alice e Clara Tevez lembram com boas recordações a Barra Funda de antigamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2470" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-2470" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4562-baixa/"><img class="size-medium wp-image-2470" title="IMG_4562 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4562-baixa-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">(foto: Vanessa Nicolav)</p></div>
<p>A Barra Funda possui muitas histórias de vida de moradores antigos que fazem parte desse lugar com mais de 160 anos de fundação. A residência onde nasceu e cresceu a família Tevez foi uma das primeiras a ser construída no bairro. As irmãs que atualmente residem nesta casa, Alice, 86 anos e Clara, 88 anos, possuem boas lembranças de antigamente, com muitas histórias para contar desse lugar formado por imigrantes italianos.</p>
<div id="attachment_2485" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a rel="attachment wp-att-2485" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4559-baixa-4/"><img class="size-full wp-image-2485" title="IMG_4559 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4559-baixa3.jpg" alt="" width="240" height="360" /></a><p class="wp-caption-text">(foto: Vanessa Nicolav)</p></div>
<p>Elas recordam com carinho do bairro antigamente, o tempo em que elas iam para escola, no qual tinha que atravessar um rio, o leiteiro que vendia leite de cabra pelo bairro, a construção da primeira igreja católica, a Paróquia Santo Antonio e que mais tarde devido a diversos problemas de infiltração em sua estrutura e no teto o pároco responsável na época, Padre Vicente Miguel Marino a demoliu para a construção da nova igreja no mesmo terreno da anterior.</p>
<p>Alice lembra fluxo de carros e pessoas que esperava pela abertura do antigo portão de madeira que existia no fim das Ruas Anhanguera e Assis, separando a rua dos trilhos da estrada de Ferro Sorocabana em 1875, que funcionava para escoamento de café para outras regiões, a construção da nova passarela desativando assim o uso desse portão, pois segundo ela muitas pessoas perderam suas vidas por não respeitarem o tempo de espera para atravessar os trilhos.</p>
<div id="attachment_2465" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-2465" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4500-baixa/"><img class="size-medium wp-image-2465" title="IMG_4500 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4500-baixa-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">(foto: Vanessa Nicolav)</p></div>
<p>As empresas que existiam no local, dentre elas a de produtos químicos L Queirós, no qual Alice havia trabalhado na produção e administração dessa mesma, e os clubes Anhanguera e Tabajara que ferviam em épocas de carnaval com suas marchinhas e cantigas que divertiam todo o bairro.</p>
<p>Alice e Clara representam muito bem as origens da Barra Funda, desde a constituição da família na mesma casa onde vivem, até as mudanças que ainda presenciam no bairro, sempre com muitas historias repletas de informações interessantes. Ainda afirmam com todas as palavras sobre o amor que possuem pelo lugar onde nasceram e cresceram: “A Barra Funda é muito boa, não queremos sair daqui nunca, os vizinhos são muito bons, as pessoas se cumprimentam na rua, não temos que reclamar de nada daqui”.</p>
<address><a rel="attachment wp-att-2466" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4545-baixa/"><img class="size-thumbnail wp-image-2466" title="IMG_4545 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4545-baixa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a rel="attachment wp-att-2467" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4549-baixa/"><img class="size-thumbnail wp-image-2467" title="IMG_4549 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4549-baixa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a rel="attachment wp-att-2468" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/30/memoria-viva/img_4557-baixa/"><img class="size-thumbnail wp-image-2468" title="IMG_4557 baixa" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/IMG_4557-baixa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><br />
</address>
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<address>Por Gilmar Macedo e Rafael Queiros<br />
</address>
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		<title>Halloween no Canuto do Val</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 13:18:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 05 de novembro aconteceu a finalização do projeto de  Halloween na Escola Estadual Canuto do Val. Com uma proposta  interdisciplinar, o evento contou com a presença significativa de toda a  comunidade. Alunos, pais e professores se divertiram com decorações  assustadores, barracas nojentas e apresentações diversas organizadas  pelos próprios [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 05 de novembro aconteceu a finalização do projeto de  Halloween na Escola Estadual Canuto do Val. Com uma proposta  interdisciplinar, o evento contou com a presença significativa de toda a  comunidade. Alunos, pais e professores se divertiram com decorações  assustadores, barracas nojentas e apresentações diversas organizadas  pelos próprios alunos. A noite foi fechada com a a presença ilustre da  bateria universitária da Poli-Usp.</p>
<p>Texto: Professora  Coordenadora Silmara R. F. Naftal</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2449" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/29/halloween-no-canuto-do-val/halloweenn-5/"><img class="alignleft size-large wp-image-2449" title="HALLOWEENN (5)" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/HALLOWEENN-5-1024x768.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2448" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/29/halloween-no-canuto-do-val/halloweenn-22/"><img class="alignleft size-large wp-image-2448" title="HALLOWEENN (22)" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/HALLOWEENN-22-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2447" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/29/halloween-no-canuto-do-val/halloweenn-26/"><img class="alignleft size-large wp-image-2447" title="HALLOWEENN (26)" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/HALLOWEENN-26-1024x682.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a></p>
<p>(fotos: Irineu Prado Piotto)</p>
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		<title>Mostra de teatro na Barra Funda</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 13:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde 11  de novembro e até 23 de dezembro, acontece a 75ª Mostra de Teatro  Macunaíma, na própria sede do Teatro Escola Macunaíma, localizado na  Barra Funda, em São Paulo.
Com o tema “Razão e Sensibilidade”,  serão apresentadas mais de 50 montagens encenadas pelos alunos e  dirigidas pelos professores.
Espetáculos como “A História [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2440" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/29/mostra-de-teatro-na-barra-funda/cadeira/"><img class="alignleft size-full wp-image-2440" title="cadeira" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/cadeira.jpg" alt="" width="326" height="216" /></a>Desde 11  de novembro e até 23 de dezembro, acontece a 75ª Mostra de Teatro  Macunaíma, na própria sede do Teatro Escola Macunaíma, localizado na  Barra Funda, em São Paulo.<br />
Com o tema “Razão e Sensibilidade”,  serão apresentadas mais de 50 montagens encenadas pelos alunos e  dirigidas pelos professores.</p>
<p>Espetáculos como “A História de Amor de Romeu e Julieta”, texto de  Ariano Suassuna, e “Severinos”, inspirado em “Morte e Vida Severina”,  integram a programação. Também obras de Antón Tchékhov, Moliére e  Shakespeare.</p>
<p>Dias Gomes é um dos destaques entre os dramaturgos brasileiros e  “Hair” é um exemplo da remontagem de um clássico.</p>
<p>Serviço<br />
75ª Mostra de Teatro Macunaíma<br />
Data: de 11/11 a 23/12<br />
Horário:  Consulte a programação no site www.macunaima.com.br<br />
Local: Teatros  do Macunaíma<br />
Endereço: Rua Adolpho Gordo, 238 – Barra Funda<br />
Preço:  R$ 14 (meia-entrada para estudantes)<br />
Tel.: (11) 3217-3400</p>
<p>Fonte:  Correio do Brasil</p>
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		<item>
		<title>Vem aí Festival Bairro Escola Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 14:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[bairro escola]]></category>
		<category><![CDATA[barra funda]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a programação do Festival Bairro Escola Brasil. O evento tem como objetivo apresentar diversos projetos realizados pelo Aprendiz no Brasil todo e também debater as implicações e desafios da articulação entre cultura, comunidade e educação.
Convite do Festival Bairro Escola Centro
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a programação do Festival Bairro Escola Brasil. O evento tem como objetivo apresentar diversos projetos realizados pelo Aprendiz no Brasil todo e também debater as implicações e desafios da articulação entre cultura, comunidade e educação.</p>
<div id="attachment_2429" class="wp-caption alignnone" style="width: 710px"><a rel="attachment wp-att-2429" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/28/vem-ai-festival-bairro-escola-brasil/cartaz-festival-brasil-web/"><img class="size-full wp-image-2429 " title="cartaz festival brasil - web" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-festival-brasil-web.jpg" alt="" width="700" height="496" /></a><p class="wp-caption-text">Convite do Festival Bairro Escola Centro</p></div>
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		<title>Diversidade, cultura e educação</title>
		<link>http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/23/diversidade-cultura-e-educacao-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 17:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Barra]]></category>

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		<description><![CDATA[Festival Bairro Escola Centro realizou diversas atividades em torno de temas de destaque na região central]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2414" class="wp-caption alignnone" style="width: 620px"><a rel="attachment wp-att-2414" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/23/diversidade-cultura-e-educacao-2/festival-be-centro-01b/"><img class="size-full wp-image-2414" title="festival be centro 01b" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/festival-be-centro-01b.jpg" alt="" width="610" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade de jovens do Aprendiz Comgás na Escola João Kopke. (Foto: Drago)</p></div>
<p id="internal-source-marker_0.3275248969569632" dir="ltr">
<p dir="ltr">O  centro é a região que mais concentra e melhor simboliza as questões da  cidade de São Paulo. Seja no que há de positivo, seja no que precisa  melhorar. É no centro em que se localiza  o maior número de equipamentos  culturais, escolas, postos de saúde etc. E é também lá que encontrarmos  mais facilmente problemas ligados à desigualdade social, lixo e  infra-estrutura urbana.</p>
<p dir="ltr">Com  objetivo de discutir as potencialidades e desafios de práticas de  desenvolvimento local em rede na região, o Festival Bairro Escola Centro  foi realizado nesse último dia 18 de novembro. Organizado por diversas  organizações ligadas à projetos que atuam na região, a Rede Nossa Barra e  o Bairro Escola Luz, o evento foi um momento de compartilhamento de  experiências de associações, instituições de moradores, poder público e  outros setores que vivem, trabalham ou dialogam com a região central.</p>
<p dir="ltr">
<div id="attachment_2391" class="wp-caption alignleft" style="width: 295px"><a rel="attachment wp-att-2391" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/23/diversidade-cultura-e-educacao/festival-be-centro-03/"><img class="size-full wp-image-2391" title="festival be centro 03" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/festival-be-centro-03.jpg" alt="" width="285" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de debate sobre educação e multiculturalismo (foto: Drago)</p></div>
<p>Entre  os temas de destaque estavam, participação dos jovens,  multiculturalismo, educação e questões urbanísticas do centro. Uma série  de palestras foram organizadas para aprofundar a discussão, ao mesmo  tempo em que ocorriam atividades culturais e artísticas, ligadas à  produção cultural da região. Na parte da manhã, no espaço do Museu de  Energia, a discussão sobre os jovens. Uma mesa de discussão com  participação de professores e estudantes, trouxe questionamentos sobre  novas formas de participação de jovens na elaboração de políticas  públicos. No mesmo espaço, era possível perceber as primeiras  preparações da Feira do projeto Aprendiz Comgás. O programa que tem como  objetivo estimular e capacitar jovens na elaboração de seus próprios  projetos sociais, realizou seu tradicional evento em que expõe os  diversos trabalhos realizados pelos grupos ao longo do ano.</p>
<p dir="ltr">Na  sequência, uma mesa com diversos convidados discutiu o cenário e os  desafios da convivência entre as diversas culturas da região. O  convivío, o respeito e a integração dos imigrantes que hoje compartilham  muito proximamente bairros como Barra Funda, Bom Retiro e Luz foi um  tema que articulou experiências artísticas e educativas. Representantes  de instituições como Pinacoteca, Museu da Língua Portuguesa, Iphan,  CDHIC e escolas da região puderam trocar impressões e propostas de como  tornar essa diversidade um potencial educativo para os bairros.</p>
<div id="attachment_2422" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-2422" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/23/diversidade-cultura-e-educacao-2/festival-be-centro-06/"><img class="size-full wp-image-2422" title="festival be centro 06" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/festival-be-centro-06.jpg" alt="" width="300" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Sarau afro e exposição de alunos na escola João Kopke (foto: Drago)</p></div>
<p>Não  se limitando a palestras, o Festival também integrou atividades culturais e artísticas realizadas pelo Escola Estadual João Kopke. A  escola que é participante de uma das redes de desenvolvimento da região  central, o Bairro Escola Luz, promoveu um Festival de Integração com  propósito de integrar a comunidade e dar visibilidade aos diversos  talentos da escola. Foram apresentações de dança, sarau de poesias,  apresentações musicais e bandas de rock.</p>
<p>Para  fechar o dia, representantes da Subprefeitura Sé, de projetos de meio  ambiente e pesquisadores acadêmicos debruçaram-se sobre questões de  infra-estrutura no centro. O principal ponto debatido foi o cenário de  atuação das grandes operações urbanas que estão mudando a cara muitos  bairros na cidade. A região da Luz foi destacada como um exemplo do  quanto o poder público está investindo na reforma urbanística da cidade e  como isso tem impactado o cotidiano das pessoas que moram nessas áreas.</p>
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		<title>Cracolândia já avança para a Barra Funda Moradores estão preocupados com a presença de usuários de entorpecentes em ruas do bairro da Zona Oeste</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:03:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Moradores estão preocupados com a presença de usuários de entorpecentes em ruas do bairro da Zona Oeste]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia a dia, moradores da Barra Funda, na Zona Oeste, notam o  crescimento de uma população não desejada. Usuários de drogas passam  dias e noites em ruas do bairro. “A Cracolândia está descendo”, diz  Edvaldo Godoy, presidente da Associação Amigos da Barra Funda,  referindo-se à região vizinha conhecida pela presença de viciados em  crack.</p>
<p>Godoy teme ver vias do bairro dominadas, como já ocorre na parte da  Rua Helvétia perto da Estação da Luz. Segundo ele, a concentração de  usuários de drogas e mendigos na Barra Funda aumentou porque o albergue  Oficina Boracea, na Rua Norma Pieruccini Giannotti, teria parado de  oferecer pernoite. “Eles continuam vindo para cá e ficam pelas ruas.” Em  frente ao albergue e nas ruas vizinhas, a reportagem viu homens e  mulheres  pelas calçadas.</p>
<p>“Fica cheio de gente deitada, principalmente depois das cinco da  tarde”, diz  um auxiliar administrativo que trabalha na região, que não  quis se identificar. Conforme ele, essas pessoas  pedem  dinheiro e  intimidam quem passa. O dono de um bar da região, que também preferiu o  anonimato, diz ter sido assaltado  durante o dia.</p>
<p>“Não dá para andar sozinha. Aqui está muito perigoso”, comenta a  assistente comercial Tatiana Puletto, 33 anos, que trabalha na Rua Luigi  Greco, ao lado da linha férrea. A via é uma das frequentadas por  usuários de crack, que dormem na calçada e em barracas improvisadas. O  lixo e o mau cheiro incomodam os vizinhos, que dizem já terem  presenciado pessoas usando a droga e até fazendo sexo na rua.</p>
<p>Por medo de assalto, a população evita usar a passarela que liga a  Luigi Greco até perto da estação. “Prefiro dar a volta e andar meia hora  para pegar o metrô”, diz a assistente comercial Vanessa Oliveira, 27  anos.</p>
<p>A Prefeitura nega o fechamento do pernoite no Centro de Acolhida  Boraceia. “Ao contrário, ampliamos os serviços à população de rua da  região com a inauguração  no último dia 5 de julho do Espaço de  Convivência Barra Funda, com capacidade para atender 200 pessoas por  dia, e do Centro de Referência Especializado para População em Situação  de Rua”, disse por meio de nota, informando que o complexo oferece ainda  banho, jantar e café da manhã.</p>
<p>Sobre a sujeira, a  Subprefeitura Sé informa que as ruas são varridas  uma vez por dia e os trabalhos de retirada de lixo e entulho serão  intensificados.</p>
<p>O capitão Cláudio Geromim Valente, do 4º Batalhão da PM, afirma que o  policiamento é intensificado na região e os policiais não permitem a  permanência de quem não está cadastrado no albergue. E acrescenta que a  situação está controlada. Em setembro,  houve dois furtos e um roubo na  área.</p>
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		<title>Festival Bairro Escola Centro</title>
		<link>http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/11/festival-bairro-escola-centro/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 13:10:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vanessa Nicolav</dc:creator>
				<category><![CDATA[Circuito]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[bairro escola]]></category>
		<category><![CDATA[centro]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento irá discutir temas importantes para região do centro de São Paulo, como: multiculturalismo, mudanças urbanísticas e educação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Bairro-escola é  uma proposta de arranjo educativo local, que mapeia, integra e potencializa as oportunidades  educativas de um território a partir da mobilização da comunidade para a elaboração de um projeto pedagógico do lugar.</p>
<p>Com o intuito de dialogar sobre as diversas oportunidades de articulação comunitária na  região central, o Festival Bairro Escola Centro, organizado por uma série de organizações, como a Rede Nossa Barra, Bairro Escola Luz, Aprendiz Comgás e escola João Kopke, acontecerá no dia dia 18 de novembro, no Museu da Energia.</p>
<p>Confira mais informações no convite.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2371" href="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/2011/11/11/festival-bairro-escola-centro/cartaz-festival-centro-final2/"><img class="alignright size-large wp-image-2371" title="cartaz festival centro - FINAL(2)" src="http://nossabarra.agenciacomunitaria.org.br/wp-content/uploads/2011/11/cartaz-festival-centro-FINAL2-1024x721.jpg" alt="" width="640" height="450" /></a></p>
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